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    A Bloomberg divulga sua lista anual de editoras mais invejosas, com as editoras de Nova York dominando o ranking

    O que está acontecendo: A lista anual e bem-humorada da Bloomberg Businessweek de 2018, intitulada "Lista da Inveja", apresentou os artigos que os editores da Bloomberg gostariam de ter pensado primeiro. "Jornalismo tão bom que nos faz…
    Atualizado em: 1 de dezembro de 2025
    Shelley Seale

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    Shelley Seale

    Vahe Arabian

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    O que está acontecendo:

    O evento anual irônico Lista de inveja da Bloomberg Businessweek A edição de 2018 da Bloomberg reuniu os artigos que os editores gostariam de ter pensado primeiro. "Jornalismo tão bom que nos faz questionar nossas escolhas de carreira", escrevem eles. A coletânea privilegia o jornalismo de não ficção de longa duração, de forma semelhante ao que acontece com.. Formato longo e Artigos longos sites fazem.

    Por que é importante:

    A lista da Bloomberg dá destaque ao jornalismo de fôlego com uma abordagem leve que satiriza as listas de "Melhores" que lotam as redes sociais e newsletters. Os temas das escolhas da Bloomberg são diversos, indo da saúde materna e dependência de heroína ao isolamento no Japão e histórias de crimes reais. Há até uma canção folk de 1970 de Crosby, Stills, Nash & Young na lista.

    Indo mais fundo:

    A entrada da jornalista Cristina Lindblad, da Bloomberg, na mais recente Lista da Inveja resume o tom geral: “Meus colegas podem se sentir atraídos por reportagens investigativas — aquelas matérias aprofundadas, com mais de 5.000 palavras, que gritam 'premiadas' logo nos primeiros três parágrafos.” Essa é a recomendação da própria Lindblad, de 2018, feita por uma escritora premiada Cathy Horyn na revista New York MagazineO artigo tem pouco mais de 4.000 palavras. Um padrão recorrente nas três listas — Bloomberg, Longform e Longreads — é a presença de publicações de Nova York. Das 103 entradas, 39% eram dos mesmos cinco veículos: New York Magazine, The New York Times, The New Yorker, ProPublica e The Washington Post. Além dessas editoras, outros veículos de mídia americanos dominaram as listas, com 94% das obras pertencendo a publicações dos EUA. Não há nenhuma editora canadense na lista da Bloomberg, e sua única outra menção fora dos EUA é ao Reino Unido.

    Conclusão:

    A lista de inveja da Bloomberg Businessweek é uma leitura divertida e contém excelente jornalismo de fôlego; mas tenha em mente que está longe de ser uma representação global de reportagens de qualidade.